Realização, pedagogia, criação e exibição de audiovisual.

sábado, 3 de dezembro de 2016

BUDEGA: Um filme que fala de um grande coração.

Expoente da música Cabofriense; Maestro Budega é uma referência local e nacional, pela relevância de seu trabalho com boa parte dos músicos da cidade. Seu projeto "Apanhei-te Cavaquinho", leva o nome de uma popularíssima canção de Ernesto Nazareth. São muitos anos de luta para incluir, no mundo da música, a população desassistida, abandonada pelo poder público de Cabo Frio. Apesar disso, Budega segue firme e hoje, diversos músicos que se formaram no bojo de sua escola pulsante, fazem carreira nacional e internacional. 
É com prazer que o projeto Cinema Possível, dedica a ele este memorável filme, que é sinônimo de seu próprio nome.

Com muitos ex-alunos espalhados pelo mundo, Budega realiza uma importante missão; a de transformar a música como
forma eficiente de acender o pavio da criatividade sonora!
Um filme feito com o sentido de dar ao expectador, uma escuta para um olhar musical que vem de uma grande linhagem artística nacional. Mestre como Waldir Azevedo e Hermeto Pascoal, permeiam a visão pedagógica de um mestre. O maestro Budega, faz da música um exercício de liberdade e expressão, permitindo àqueles que se cercam de seu projeto, enxergar muito além das notas musicais, como diz um dos depoentes que fala no filme sobre Budega, "sua música vai além da música"!


Assista o Trailer




FICHA TÉCNICA

Roteiro e direção: Jiddu Saldanha
Produção e apoio de pesquisa: Nathally Amariá, Jiddu Saldanha e Angelo Correa dos Santos (Budega)

DEPOIMENTOS

Diego Campos
Roberto Doria de Araújo Júnior
Beatriz El-Bainy
Kéren-Hapuk Andrade
Luciana El- Bainy
José Facury
Júnior Carriço

PARTICIPAÇÕES

Deeh Santos
Daniel Guerra
TCC - Teatro Cabofriense de Comédia
Cachorrinha Abigail
Thallisther Santos
Thiago Santos

AGRADECIMENTOS

Teatro Municipal de Cabo Frio - Yuri Vasconcellos
MART : Museu de Arte Religiosa - Ana Forte, Maria Fernanda
Espaço Usina 4: Ravi Arrabal, Tânia Arrabal e José Facury
Fábrica de Música: Susiane Borges
Sarah Dhy, Cartório do primeiro ofício de Cabo Frio, Dra. Ana Paula da Silva,
Construtora Gravatais, Universidade Estácio de Sá, Ana Bárbara Maciel, 
Cantora Alcione, Luis Claudio Cafu, Jairo Mozart, Marcel Alves, 
Sarah Nader, Henrique Cazes, Altamiro Carrilho, Jaime Vignolli, 
Carlos Scliar, Marcílio Lopes, Paulinho da Viola, Gilson Peranzetta, 
Hermeto Pascoal, Paulo Moura,  Turíbio Santos, José de Dome, 
Rodrigo Revelles, Jaunilson da Cruz,  Helle-Nice Marques El-Bainy,  
Alvinho Santos, Ellis El-Bainy, Isadora El-Bainy e Angela El-Bainy
TCC - Teatro Cabofriense de Comédia: Kéren Hapuk, Danilo Tavares, 
Nathally Amariá, Manuela Ellon, Sarah Fortes, Jean Monteiro e 
Celso Guimarães Júnior. Centro da Imagem - Cabo Frio, Joelma Fidalgo, 
Hotel residencial Porto Veleiro.
Festival de Inverno Literário de Cabo Frio - Jaqueline Brum e Andrea Rezende.

SERVIÇO
Nome do Filme: Budega
Roteiro e direção: Jiddu Saldanha
Produção: Jiddu Saldanha, Nathally Amariá e Ângelo dos Santos (Budega)
Estréia:Cine Mosquito 63
Local: Espaço cultural Usina 4
Hora: 19:30
Data: 08.12.2016


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

UM POUCO SOBRE O PROJETO CINEMA POSSÍVEL

Realizações desde 2007, atuando de Cabo Frio /RJ para o mundo!
 "Cinema Possível" é uma maneira sistemática de se valer do termo para expandir ações focadas na linguagem audiovisual. O projeto Cinema Possível realiza, exibe e discute o cinema de forma ativa.
Desde de 2007, fomentamos atividades ligadas à inserção de jovens no universo de atuação para cinema, além de criar e exibir filmes e videoclipes. Também oferecemos vivência na área de roteiro e cine-clubismo, atividades que nos dedicamos desde a fundação do projeto CINEMA POSSÍVEL.

(Jiddu)

TV - Possível, nosso canal no youtube.

O Projeto Cinema Possível teve sua experiência piloto na Escola Municipal Cidade Praiana em Rio das Ostras, RJ, em 2007. Os quatro filmes e o making off do processo de criação realizados durante a oficina, foram exibidos para  alunos e membros da comunidade ligada à escola, com sucesso, gerando grande interesse no público presente. Em 2008 a ONG – CECIP (Centro de Criação de Imagem Popular) criou por sugestão de Jiddu Saldanha, coordenador e criador do Cinema Possível, o projeto “Do Giz ao Pixel” que consistia em repassar a técnica de "Cinema Possível" para professores da rede municipal de ensino e que culminou na criação, em 2009 da cartilha “Guia do Cineasta da Câmara Fotográfica Digital”.
Cinema, para nós, naquele momento era uma coisa prática; feita de forma possível dentro das circunstâncias em que o “cineasta” estava envolvido e portanto, fazedor do espetáculo. Ele criava seu próprio olhar, a partir de sua teia de convivência dentro da comunidade e/ou ciclo em que vivia.
Cine Mosquito, nosso Cine Clube, atuante desde 2008 em
diversas cidades do Brasil, sediado na cidade de Cabo Frio.
Achamos conveniente usar o termo “Cinema Possível” como extensão de nosso pensar no que tangia à necessidade de comunicação, utilizando formas diferenciadas, de contar uma história utilizando equipamentos e software de baixa resolução.
Os filmes do projeto Cinema Possível dessa fase já foram exibidos nas mostras:
 “A diagonal não ofende ninguém” no SESC de Teresina, PI,  no Congresso Brasileiro de Poesia no SESC de Bento Gonçalves, RS, no CineTribal em Cabo Frio, RJ, na Fortaleza de São José em Macapá, AP e nas mostras Cinema Possível no Atelier D’Aroeira em Cabo Frio, RJ, todos em 2007 e nas Mostras “Cinema Poema” em Bento Gonçalves – RS, 2008 e 2009 e na cidade de Teresópolis, 2009. Também em 2009 levamos a oficina de Cinema Possível ao Amapá, na UEAP (Universidade Estadual do Amapá), lá ajudamos a criar o núcleo de cinema possível Pium Filmes, que realiza mostras regulares de filmes feitos com câmera fotográfica digital mas também é aberto a tecnologias mais sofisticadas.
Em 2008 foi criado o cineclube itinerante CINE MOSQUITO, que passou a exibir filmes digitais, destacando aqueles que são feitos com câmera fotográfica, foram realizadas 8 cessões Cine Mosquito na cidade de Cabo Frio e uma mega mostra na cidade de Macapá – AP em 2009. Atravessamos os anos de 2010 a 2015, alternando entre produções de filmes artesanais, oficinas, mostras e festivais.
Hoje o projeto tem sua atividade voltada para filmes de ficção, documentários, videoclipes e outros, a maioria com a finalidade de exibir em cineclubes de escolas, bairros e projetos sociais, além de passar por alguns festivais de cinema, destacando o Festival de Cinema de Cabo Frio, desde 2007.
Valendo-se da tecnologia digital, na sua forma mais simples e operante, o Cinema Possível é um projeto que tem como objetivo estimular a realização e exibição de filmes, utilizando todas as mídias possíveis.
Atualmente, o projeto Cinema Possível, além de manter todas as suas atividades, está focado no cineclubismo. Durante o ano de 2014/2015, ganhou espaço na Casa Scliar, em Cabo Frio, na sala Nelson Pereira dos Santos, onde fez 14 exibições (uma por mês) da "Mostra Permanente de Filmes Indígenas" e da ação recreativa que já é uma marca registrada do nosso Cine Clube, que inclui, entre outras coisas, a exibição de uma cena teatral curta, ou seja um "curta teatral" antes de "curtas cinematográficos", além de "mímica de filmes" e "Contação de Filmes".
Para 2016, o projeto Cinema possível pretende criar o prêmio "Moquitão de Cinema", onde, de forma irreverente, irá agraciar com premiações, os colabores do projeto até aqui.

Para concluir, diria que não estamos fazendo “Cinema de Verdade” antes, estamos criando “A Verdade de Nosso Cinema”

Pesquisar este blog