Realização, pedagogia, criação e exibição de audiovisual.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Cineclube debate obsessão e misantropia - ConheCinema.


Proposta do semestre é exibir filmes por regiões brasileiras.

O ConheCinema exibe o filme paulista Natimorto, do diretor Paulo Machline. A sessão é quinta-feira às 14 h na Universidade Veiga de Almeida em Cabo Frio, dentro do Auditório Principal. Após a exibição do filme, há debate sobre Obsessão e Misantropia. A Região Sudeste é contemplada neste mês. A entrada é gratuita e destinada ao público externo.

A obra é uma adaptação do livro homônimo de Lourenço Mutarelli. Na história, o protagonista está disposto a se trancar para sempre num quarto de hotel com uma mulher que acabou de conhecer, a fim de escapar do mundo impuro que ele tanto renuncia. Ela é uma cantora com uma voz tão pura que ninguém escuta. Entre cafés e cigarros, o homem interpreta as propagandas antifumo dos maços de cigarro como se fossem cartas de tarô.
Obsessão e Misantropia é o tema proposto para debate. Será montada uma roda no próprio Auditório Principal, onde todo o público poderá discutir sobre o tema sugerido e demais assuntos que achar pertinente ao filme. A roda de debate começa após o término do filme e vai até às 18 h.

Filmes de regiões brasileiras estão sendo exibidos neste semestre. Ainda serão mostrados longas-metragens do Norte e Centro-Oeste, encerrando o tour cinematográfico por regiões do Brasil. Acompanhe mais pelo Facebook ou Instagram do ConheCinema.


Evento no Facebook

https://www.facebook.com/events/308152863049985

sábado, 23 de dezembro de 2017

Entrevista: Rodrigo Cintra fala de sua oficina de cinema.

Convidado pelo projeto "UVA na comunidade", Rodrigo Cintra estréia oficina de cinema do ConheCinema, como forma de ampliar a atividade realizadora e fazer a cabeça da molecada para a importância do cineclubismo, na Região dos Lagos.
Vamos conhecer, através desta entrevista, os meandros de sua maneira de fazer da ação cineclubista, algo que abarque um fazer cinematográfico para além da tela.

Novo nome do Cinema em Cabo Frio, Rodrigo Cintra criou cineclube, apoia a atividade cineclubista na região dos lagos
e agora, expandiu sua atividade para além da tela, contribuindo para a realização de filmes e oficinas - Foto: ConheCinema.
Cinema Possível - O que o ConheCinema está fazendo para encerrar bem o seu ano?
Rodrigo Cintra: Existe um projeto na UVA (Universidade Veiga de Almeida) chamado "UVA na Comunidade", no qual cursos da universidade oferecem atividade local. Esse projeto é uma parceria da universidade com a Secretaria Municipal de Educação.
A coordenação do curso de Comunicação Social convidou o ConheCinema para ministrar dois minicursos (audiovisual e fotografia) no campus. Eu e Andressa Monteiro, co-fundadora  do ConheCinema, aceitamos o convite e ficamos como professores.
O primeiro curso ministrado foi o de audiovisual, que começou dia 1 de novembro e acabou, oficialmente, dia 13 de dezembro. Mas acabei marcando uma aula extra com os alunos, que aconteceu na, quarta-feira, 20/12/2017, para refletirmos um pouco, sobre os filmes. Ano que vem haverá exibição da produção de filmes feitos pelos estudantes  e será, também, o inicio do curso de fotografia.

Set de filmagem, uma aula na prática. Foto: Cintra.
CP - Como está sendo a troca de experiência com os alunos?
Cintra - O curso começou no dia 1 de novembro deste ano. As aulas seguem sempre de 14h às 17h. Os alunos já aprenderam a: escrever roteiros cinematográficos, historia do cinema no mundo e a importância sociocultural do cinema. Ver o audiovisual não só como entretenimento, mas como mensagem, é muito importante para desenvolver um olhar social para o mundo e, a partir disso, sempre transmitir mensagens construtivas e não destrutivas à sociedade.

CP - Você está fazendo um set de filmagem com os alunos? Como é isso?
Cintra - Dar aula pra essa molecada é uma troca de conhecimento incrível. Cada ser humano possui a sua bagagem cultural e suas vivências. Em suma, cada um tem a sua história. Então, temos sempre algo a aprender e a ensinar.
Penso muito no cinema como instrumento social e político. Visto isso, esse curso de audiovisual é uma chance de troca de vivências e olhares tanto sobre a nossa sociedade física quanto a sociedade virtual/fictícia, que é a realidade dentro do filme. Observar uma obra cinematográfica, ou seja, pensar em quem são os personagens e por que eles agem de tal forma por exemplo, é refletir sobre a sociedade daquela realidade fílmica. Por tanto, todos os meus alunos têm muita luz para transmitir conhecimento e promover essa troca, porque ninguém é uma página em branco.


Atrizes do teatro de Cabo Frio: Raissa Mayo, Claudia Mury e Nathally Amariá, convidadas para estrelar o filme oficina
de Rodrigo Cintra. Foto: Cintra.

CP - Você acha que o cinema tem uma função política e social? Fale mais sobre isso.
Cintra - Eu comecei falando dessa função política e social enquanto dava a aula sobre posições de câmeras dentro de uma cena. Existe toda uma linguagem visual no filme (enquadramento, movimento de câmera etc), o que é bastante pensado na direção de fotografia. Quando se faz um Plano (trecho gravado pela câmera) em plongée e outro em contra-plongée, por exemplo, o que isso quer dizer dentro daquele filme? O que pode nos comunicar quando vemos alguém falando em cima de um palanque, distanciando o orador da plateia, ou quando o professor dá sua aula, hora em pé e hora atrás de sua mesa? Esses exemplos aqui citados, na prática, causam um distanciamento entre pessoas, e isso tudo é visto pelos nossos olhos no dia a dia. Observar isso, pra mim, é pensar cinema, no que ele tem de político e social, plenamente.

Na prática, fazer cinema é uma atividade
trabalhosa e meticulosa, aprender a fazer é
um exercício de entrega. Foto - Andressa M.
CP - Você convidou artistas de destaque na cidade de Cabo Frio para rodar os filmes dos alunos, qual foi o resultado?
Cintra - Fiz questão de escolher, a dedo, todo o elenco. Quis atrizes com maturidade dramatúrgica e com amor a essa causa social. Poder levar para adolescentes a oportunidade de trabalhar com atrizes profissionais proporciona uma troca bem legal para ambos, além dos alunos poderem vivenciar mais o 'fazer cinema'. Eles se divertiram muito fazendo a direção, fotografia, som, continuidade etc. Foi uma experiência muito agradável, mas o trabalho foi de gente grande.
As atrizes Cláudia Mury, Nathally Amariá e Raíssa Mayo, colaboraram muito com a aprendizagem dos alunos também. Todas trataram os alunos com muito carinho, respeito e paciência. Espero trabalhar com elas mais vezes!
CP - Fale um pouco da tua relação com a equipe do conhecinema e também, do curso que você está ministrando.

Cintra - Para responder essa pergunta, devo contar antecipadamente que Andressa Monteiro é uma amiga pessoal. Isso torna qualquer trabalho muito mais agradável, porque é sempre uma chance de estarmos próximos fisicamente. Andressa é uma mulher muito criativa e determinada. Junto ao Marcio Fujarra, também amigo meu de longo anos. Andressa criou toda a identidade visual do ConheCinema, durante o período em que foi nossa diretora de criação, ela sempre colaborou demais para o projeto, criando todos os brindes que sorteamos nas sessões cineclubistas do ConheCinema e tudo mais.
Andressa, também, é uma pessoa que sempre me apoiou a ideia do ConheCinema ministrar cursos. Se hoje estamos dando aulas, devemos muito isso a ela. Não é a toa que Andressa também ministrou o curso de Introdução ao Audiovisual comigo, e fez um excelente trabalho como professora dando as aulas teóricas e auxiliando os alunos nas gravações. As composições fotográficas dela são belíssimas, então da pra imaginar como foram suas aulas. Muito orgulho de ter uma pessoa assim, tão criativa e verdadeira, como amiga! Trabalhar com ela foi e é, uma oportunidade incrível.

Descobrir como se manuseiam os equipamentos é uma prática complexa, que exige um passo de cada vez, numa oficina
tudo é construção de um caminho para o resultado que chegará à tela. Foto: Cintra.
CP - Quais seus planos para o audiovisual, fotografia e cineclubismo para 2018?
Cintra - 2018 será um ano que promete vir com tudo. Não por questões supersticiosas, nem nada do tipo. Mas muitas coisas boas têm acontecido corriqueiramente neste ano de 2017, o que já tem gerado frutos. Esses frutos estão concebendo sementes que vão propiciar coisas maravilhosas para o ano que está por vir.
Em 2018, manteremos nossas atividades, trabalhando cada vez mais no desenvolvimento delas. Pretendemos também trazer mais novidades para a página do ConheCinema e ampliar cada vez mais nossas ações. Nos acompanhem pelo Facebook! Vamos dar muito o que falar, para o bom do cinema brasileiro!

CONFIRA ÁLBUM DE FOTOS NO FACEBOOK

Jiddu Saldanha - Blogueiro.



terça-feira, 17 de outubro de 2017

CURTA O RESULTADO DA PREMIAÇÃO DO CURTA CABO FRIO – 2017

Um festival com características próprias e que resiste, apesar das dificuldades. O Curta Cabo Frio, celebra sua décima edição, premiando o melhor do cinema nacional em diversas categorias.

Resistência cultural do Cinema de Cabo Frio - 10º Curta Cabo Frio - 2017
Cinema é feito de sonho, determinação e confiança no fazer. Num país como o Brasil, é preciso ser teimoso, acreditar e avançar sempre, não importa mais nada, senão, levar adiante o ideal de fazer do nosso cinema, um lugar para criar e contar nossas historias.



MELHOR CURTA FICÇÃO 
DIAMANTE , O BAILARINA - PEDRO JORGE – SP


MELHOR CURTA DOCUMENTARIO 

DE QUEM É A TERRA – FERNANDO SALLASA – SP


MELHOR CURTA ANIMAÇÃO

TAILOR – CALI DOS ANJOS – RJ


MELHOR CURTA DE CABO FRIO 

RUBI – MARIO SALES BUZZACHI - CF


MELHOR DIREÇÃO 

VINICIUS DE OLIVEIRA - CRIME DE HONRA - ENSAIO PARA INTOLERANTES – SP


MELHOR FOTOGRAFIA 

MARCELO BISS – JUBA – MT


MELHOR ROTEIRO

BRENO AUGUSTO GUIMARÃES – PARAÍSO INSÓLITO – RJ


PREMIO ESPECIAL DO JURI – HOMENAGEM 

DEPOIS, O INVERNO – LUCAS MULLER – CF


PREMIO ESPECIAL DO JURI – INCENTIVO 

WALLACE MATHEUS – Tõ PLUTONA - CF


PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI POR SUA CONTRIBUIÇÃO A LINGUAGEM DO CINEMA BRASILEIRO 
Lúcia voltou a fumar - Yuri Bermudas - SP


quinta-feira, 9 de março de 2017

Hoje: Lançamento mundial (online) do videoclipe: Eu Quero o que era Meu, de Daniel Guera e Marvim Maciel.

Por Jiddu Saldanha (blogueiro)

Uma parceria de dois poetas-músicos só poderia dar no que deu, uma obra prima da baixada, um trabalho esmerado com uma linha melódica que busca o melhor da tradição brasileira. A energia da música que brinca com estilos que viajam do nordeste ao Rio de Janeiro e desemboca no talento criativo do intérprete e compositor Daniel Guerra.
O videoclipe "Eu quero o que era meu" será mostrado hoje, na rede mundial de computadores, através de um link que será divulgado às 20h. Horário de Brasília, para que o mundo todo sintonize este momento mágico da criação brasileira.
Rodado na cidade de Cabo Frio, o videoclipe contou com uma equipe e elenco formados pela nova geração de artistas cênicos da cidade, oriundos de diversas escolas de teatro da região. Com isso, conseguimos juntar um time, tanto de universitários, profissionais e voluntários, para dar um pontapé coletivo na bola que começa a rolar hoje, em campo, rumo ao sucesso. 


Daniel Guerra na companhia de Lorena Benevenuto, Daniel Arm, Nadir Pires e Kalil Zarif, cena do 
videoclipe "Eu quero o que era meu". Foto:Nathally Amariá.

FICHA TÉCNICA

Música: Eu quero o que era meu - Daniel Guerra e Marvin Maciel 
Itérprete: Daniel Guerra
Direção, roteiro, câmera: Jiddu Saldanha 
Assistente de Direção, Co-roteiro e still: Nathally Amariá
Equipe: Henrique Selani, Lorena Benevenuto, 
Maquiagem: Nadir Pires 
Elenco: Celso Guimarães Júnior, Dandara Melo, Daniel Arm, Daniel Guerra, Kalil Zarif, Lorena Benevenuto, Mayra Baptista, Nadir Pires e Nara Lumière 
Elenco de Apoio: Gladys Pinheiro, Rafaela Medeiros, Thayanne Teixeira. 
Participação Especial: Aurora 
Produção: Nathally Amariá e Rafaela Medeiros
Realização: Projeto Cinema Possível.
Agradecimentos: Rodrigo Rodrigues, André García, Associação TRIBAL.

Lançamento (online) no youtube: 09.03.2017
às 20h.

__________


Leia entrevista exclusiva dom Daniel Guerra.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

10 anos de Cinema Possível - Vem aí, um videoclipe novo para Comemorar.

Equipe e Elenco do videoclipe comemorativo dos 10 anos do projeto Cinema
Possivel. "Alma Lavada" é uma parceria dos músicos Paulo Ciranda e
Marco Valença. Fruto de uma enorme dedicação que trouxe energias
renovadas para nosso projeto, em 2017.
Uma coisa que nunca abrimos mão de fazer, foram os filmes de poesia e os videoclipes. Começamos com uma parceria, em 2007, com o poeta Artur Gomes, de Campos dos Goytacazes e o músico carioca Marco Andrade. A partir daí, trabalhamos com diversos músicos. Andra Valladares, de Vitória - ES, Mako Brasil - Japonesa que vive no Brasil, Luciana Coló, cantora do grupo Mulheres de Chico, Marcos Boi - de São Paulo, o famoso cantor Byafra, o querido Anand Rao e Parcerias inesquecíveis, como Chris Hermmann e Paulo Ciranda, Karol Shchittini e Nicolás Farrúggia, entre tantos outros presentes que temos recebido da arte nestes 10 anos de aventura artística. 
Dedes seu surgimento, o projeto Cinema Possível aprontou todas! Um de nossos maiores orgulhos são, sem dúvida, a parceria com a ONG CECIP, do inesquecível cineasta Eduardo Coutinho. Foi lá que emplacamos um projeto de grandes proporções, o famoso "Do Giz ao Píxel" que rendeu uma parceria com a escola de cinema Darcy Ribeiro, no Rio de Janeiro além de lançar no mercado profissionais que temos orgulho de citar, como a montadora de filmes Bárbara Morais, que começou fazendo filmes com a gente e hoje, desfruta de uma carreira internacional.

Dois nomes da geração 80, Paulo Ciranda e Marco Valença, desfrutam de uma profunda verve poética e até hoje, nunca
deixaram de produzir. Parceiros cantadores, dividem sua poética com os passarinhos, através de um cancioneiro afinado
e de textura espiritual.




Com uma equipe vibrante e participativa, o Cinema Possível dá início às comemorações de seus 10 anos, clipando uma belíssima canção de Paulo Ciranda e Marco Valença: "Alma Lavada" tem tudo o que procurávamos para criar um clipe surrealista. Melodia em forma de canção e uma letra simples, por onde se esconde um poço de metáforas para nosso mundo, nossa época, nosso Brasil. A música se propõe a falar de amor, no entanto, o nível de sua construção e fluidez poética, leva o expectador a uma profundidade inesperada e foi exatamente isso que tentamos captar neste clipe. Onde 

VIDEOCLIPE 10 ANOS DE CINEMA POSSÍVEL - 2017

SINOPSE
Um grupo de mulheres se deparam com uma parede branca e uma questão a discutir: O Amor. Decidem fazer sua própria leitura do que é o sentido do amor e, lavam a alma, colocando pra fora todos os seus bichos interiores.

FICHA TÉCNICA:

MÚSICA
Alma Lavada

AUTOR
Paulo Ciranda e Marco Valença

DIREÇÃO GERAL E ROTEIRO
Jiddu Saldanaha

FOTOGRAFIA STILL SET:
Camille Miranda

PRODUÇÃO:
Nathally Amariá, Rafaela Medeiros e Jiddu Saldanha

COORDENAÇÃO DE SET
Celso Guimarães Júnior e Lorena Benevenuto

CENÁRIOS (LOCAÇÕES)
Nathally Amariá e Camille Miranda

APOIO DE MAQUIAGEM:
Thays Luz

CONTRARREGRAGEM
Rafaela Medeiros, Celso Guimarães Júnior e Lorena Benevenuto

ELENCO:
Andreza Ferreira, Emily Petersohn, Kéren-Hapuk, Laryssa Rodrigues, Ludmila Galván, Nadir Pires, Nara Lumière e Nathally Amariá.

REALIZAÇÃO
Projeto Cinema Possível


sábado, 3 de dezembro de 2016

BUDEGA: Um filme que fala de um grande coração.

Expoente da música Cabofriense; Maestro Budega é uma referência local e nacional, pela relevância de seu trabalho com boa parte dos músicos da cidade. Seu projeto "Apanhei-te Cavaquinho", leva o nome de uma popularíssima canção de Ernesto Nazareth. São muitos anos de luta para incluir, no mundo da música, a população desassistida, abandonada pelo poder público de Cabo Frio. Apesar disso, Budega segue firme e hoje, diversos músicos que se formaram no bojo de sua escola pulsante, fazem carreira nacional e internacional. 
É com prazer que o projeto Cinema Possível, dedica a ele este memorável filme, que é sinônimo de seu próprio nome.

Com muitos ex-alunos espalhados pelo mundo, Budega realiza uma importante missão; a de transformar a música como
forma eficiente de acender o pavio da criatividade sonora!
Um filme feito com o sentido de dar ao expectador, uma escuta para um olhar musical que vem de uma grande linhagem artística nacional. Mestre como Waldir Azevedo e Hermeto Pascoal, permeiam a visão pedagógica de um mestre. O maestro Budega, faz da música um exercício de liberdade e expressão, permitindo àqueles que se cercam de seu projeto, enxergar muito além das notas musicais, como diz um dos depoentes que fala no filme sobre Budega, "sua música vai além da música"!


Assista o Trailer




FICHA TÉCNICA

Roteiro e direção: Jiddu Saldanha
Produção e apoio de pesquisa: Nathally Amariá, Jiddu Saldanha e Angelo Correa dos Santos (Budega)

DEPOIMENTOS

Diego Campos
Roberto Doria de Araújo Júnior
Beatriz El-Bainy
Kéren-Hapuk Andrade
Luciana El- Bainy
José Facury
Júnior Carriço

PARTICIPAÇÕES

Deeh Santos
Daniel Guerra
TCC - Teatro Cabofriense de Comédia
Cachorrinha Abigail
Thallisther Santos
Thiago Santos

AGRADECIMENTOS

Teatro Municipal de Cabo Frio - Yuri Vasconcellos
MART : Museu de Arte Religiosa - Ana Forte, Maria Fernanda
Espaço Usina 4: Ravi Arrabal, Tânia Arrabal e José Facury
Fábrica de Música: Susiane Borges
Sarah Dhy, Cartório do primeiro ofício de Cabo Frio, Dra. Ana Paula da Silva,
Construtora Gravatais, Universidade Estácio de Sá, Ana Bárbara Maciel, 
Cantora Alcione, Luis Claudio Cafu, Jairo Mozart, Marcel Alves, 
Sarah Nader, Henrique Cazes, Altamiro Carrilho, Jaime Vignolli, 
Carlos Scliar, Marcílio Lopes, Paulinho da Viola, Gilson Peranzetta, 
Hermeto Pascoal, Paulo Moura,  Turíbio Santos, José de Dome, 
Rodrigo Revelles, Jaunilson da Cruz,  Helle-Nice Marques El-Bainy,  
Alvinho Santos, Ellis El-Bainy, Isadora El-Bainy e Angela El-Bainy
TCC - Teatro Cabofriense de Comédia: Kéren Hapuk, Danilo Tavares, 
Nathally Amariá, Manuela Ellon, Sarah Fortes, Jean Monteiro e 
Celso Guimarães Júnior. Centro da Imagem - Cabo Frio, Joelma Fidalgo, 
Hotel residencial Porto Veleiro.
Festival de Inverno Literário de Cabo Frio - Jaqueline Brum e Andrea Rezende.

SERVIÇO
Nome do Filme: Budega
Roteiro e direção: Jiddu Saldanha
Produção: Jiddu Saldanha, Nathally Amariá e Ângelo dos Santos (Budega)
Estréia:Cine Mosquito 63
Local: Espaço cultural Usina 4
Hora: 19:30
Data: 08.12.2016


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

UM POUCO SOBRE O PROJETO CINEMA POSSÍVEL

Realizações desde 2007, atuando de Cabo Frio /RJ para o mundo!
 "Cinema Possível" é uma maneira sistemática de se valer do termo para expandir ações focadas na linguagem audiovisual. O projeto Cinema Possível realiza, exibe e discute o cinema de forma ativa.
Desde de 2007, fomentamos atividades ligadas à inserção de jovens no universo de atuação para cinema, além de criar e exibir filmes e videoclipes. Também oferecemos vivência na área de roteiro e cine-clubismo, atividades que nos dedicamos desde a fundação do projeto CINEMA POSSÍVEL.

(Jiddu)

TV - Possível, nosso canal no youtube.

O Projeto Cinema Possível teve sua experiência piloto na Escola Municipal Cidade Praiana em Rio das Ostras, RJ, em 2007. Os quatro filmes e o making off do processo de criação realizados durante a oficina, foram exibidos para  alunos e membros da comunidade ligada à escola, com sucesso, gerando grande interesse no público presente. Em 2008 a ONG – CECIP (Centro de Criação de Imagem Popular) criou por sugestão de Jiddu Saldanha, coordenador e criador do Cinema Possível, o projeto “Do Giz ao Pixel” que consistia em repassar a técnica de "Cinema Possível" para professores da rede municipal de ensino e que culminou na criação, em 2009 da cartilha “Guia do Cineasta da Câmara Fotográfica Digital”.
Cinema, para nós, naquele momento era uma coisa prática; feita de forma possível dentro das circunstâncias em que o “cineasta” estava envolvido e portanto, fazedor do espetáculo. Ele criava seu próprio olhar, a partir de sua teia de convivência dentro da comunidade e/ou ciclo em que vivia.
Cine Mosquito, nosso Cine Clube, atuante desde 2008 em
diversas cidades do Brasil, sediado na cidade de Cabo Frio.
Achamos conveniente usar o termo “Cinema Possível” como extensão de nosso pensar no que tangia à necessidade de comunicação, utilizando formas diferenciadas, de contar uma história utilizando equipamentos e software de baixa resolução.
Os filmes do projeto Cinema Possível dessa fase já foram exibidos nas mostras:
 “A diagonal não ofende ninguém” no SESC de Teresina, PI,  no Congresso Brasileiro de Poesia no SESC de Bento Gonçalves, RS, no CineTribal em Cabo Frio, RJ, na Fortaleza de São José em Macapá, AP e nas mostras Cinema Possível no Atelier D’Aroeira em Cabo Frio, RJ, todos em 2007 e nas Mostras “Cinema Poema” em Bento Gonçalves – RS, 2008 e 2009 e na cidade de Teresópolis, 2009. Também em 2009 levamos a oficina de Cinema Possível ao Amapá, na UEAP (Universidade Estadual do Amapá), lá ajudamos a criar o núcleo de cinema possível Pium Filmes, que realiza mostras regulares de filmes feitos com câmera fotográfica digital mas também é aberto a tecnologias mais sofisticadas.
Em 2008 foi criado o cineclube itinerante CINE MOSQUITO, que passou a exibir filmes digitais, destacando aqueles que são feitos com câmera fotográfica, foram realizadas 8 cessões Cine Mosquito na cidade de Cabo Frio e uma mega mostra na cidade de Macapá – AP em 2009. Atravessamos os anos de 2010 a 2015, alternando entre produções de filmes artesanais, oficinas, mostras e festivais.
Hoje o projeto tem sua atividade voltada para filmes de ficção, documentários, videoclipes e outros, a maioria com a finalidade de exibir em cineclubes de escolas, bairros e projetos sociais, além de passar por alguns festivais de cinema, destacando o Festival de Cinema de Cabo Frio, desde 2007.
Valendo-se da tecnologia digital, na sua forma mais simples e operante, o Cinema Possível é um projeto que tem como objetivo estimular a realização e exibição de filmes, utilizando todas as mídias possíveis.
Atualmente, o projeto Cinema Possível, além de manter todas as suas atividades, está focado no cineclubismo. Durante o ano de 2014/2015, ganhou espaço na Casa Scliar, em Cabo Frio, na sala Nelson Pereira dos Santos, onde fez 14 exibições (uma por mês) da "Mostra Permanente de Filmes Indígenas" e da ação recreativa que já é uma marca registrada do nosso Cine Clube, que inclui, entre outras coisas, a exibição de uma cena teatral curta, ou seja um "curta teatral" antes de "curtas cinematográficos", além de "mímica de filmes" e "Contação de Filmes".
Para 2016, o projeto Cinema possível pretende criar o prêmio "Moquitão de Cinema", onde, de forma irreverente, irá agraciar com premiações, os colabores do projeto até aqui.

Para concluir, diria que não estamos fazendo “Cinema de Verdade” antes, estamos criando “A Verdade de Nosso Cinema”

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